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Veja a entrevista completa do Eminem sobre o “Kamikaze”

As verdadeiras razões pelas quais Eminem destruiu praticamente todo mundo, de Tyler The Creator e Machine Gun Kelly a Joe Budden e Donald Trump, foram reveladas em uma nova entrevista de uma hora com Sway Calloway.

Eminem raramente dá entrevistas, mas nessa aqui o The Real Slim Shady discutiu algumas das controvérsias em torno de seu novo álbum, “Kamikaze,” o Grammy, seu relacionamento com o Drake, a percepção de que ele é um introvertido e muito, muito mais.

Todas as partes da entrevista sobre o “Kamikaze” já está disponível.

A música do “Kamikaze,” “Fall,” causou uma leve controvérsia devido a uma ofensa homofóbica dirigida ao cérebro do Odd Future. Eminem explica o que o fez lançar um ataque ao Tyler e seu compadre do Odd Future, Earl Sweatshirt.

Ele simplesmente estava com raiva.

“Eu realmente gostava deles [Odd Future],” disse Eminem. “Eu achava o movimento deles muito legal também. Nós não fizemos música, mas eu sentia que havia um respeito mútuo. Um monte de merda que acabou acontecendo depois disso, como o tweet que ele escreveu falando sobre o ‘Shady XV’… tipo: ‘Ok escuta cara, você não precisa gostar e pode realmente achar uma droga.”

“Mas levando em consideração que alguém realmente foi legal com você, você esperaria algum tipo de reciprocidade e simplesmente não iria falar em público isso e nem expressaria publicamente sua opinião sobre o quanto minha parada é um lixo. Então eu atribui isso a eles sendo jovens e apenas crianças. Eu já fui assim. Eu era um idiota quando eu tava no começo da carreira.”

Em seguida, o Eminem admite que ficou surpreso que duas pessoas com quem ele estava em turnê fariam isso com ele.

“Pode até parecer que eu dou importância por coisas pequenas, mas em um determinado momento, alguém tem seu ponto de quebra,” explica ele. “Então, quando Tyler twittou aquilo sobre ‘Walk On Water,’ tipo ‘Ah, essa música é horrível,’ eu estava tipo ‘Tudo bem, eu preciso dizer alguma coisa agora, porque isso é uma palhaçada.’

“Mas, ao mesmo tempo, eu não vou ser o saco de pancadas da América e os filhos das putas pensam que de boa e seguro falar o que quiserem sobre mim.”

“Eu estava com raiva quando eu disse essa merda sobre o Tyler,” diz ele. “O fato era que cada vez que eu via esse garoto, ele era sempre legal. Eu amava sua energia. Ele era um cara engraçado e ele é super carismático e tudo. Mas eu estava de boa tipo, ’Cara, em que momento eu tenho que dizer algo para me defender?’”

“A palavra que eu o chamei naquela música foi uma das coisas que eu senti, ‘Isso pode ser muito agressivo.’ Em minha busca para machucá-lo, eu percebi que estava machucando muitas outras pessoas dizendo isso. Na época, eu estava tão bravo que eu não estava nem ai. Foi uma das coisas que eu continuei voltando e dizendo, ‘Eu não me sinto bem com isso.’”

Em outra parte da entrevista, Em brevemente toca no assunto do Donald Trump. Até agora, não é nenhum segredo que o Shady tem uma boa quantidade de desdém pelo Presidente dos EUA. Na faixa de abertura de “Kamikaze,” “The Ringer,” ele fala sobre o Serviço Secreto confrontando-o com por causa de suas letras.

Ele contou ao Sway que isso foi baseado em uma história verídica.

“Eles vieram ao meu estúdio,” ele admite. “Eles basicamente fizeram perguntas sobre as minhas letras para ver qual era a intenção por trás delas, e se eu estava fazendo uma ameaça real ou apenas me expressando.”

Quando perguntado por que ele sentiu a necessidade de lançar o freestyle politicamente carregado no BET Cypher no ano passado, ele explica o momento que ele decidiu atacar.

“Estou tentando dizer isso também para a minha base de fãs que podem ter votado nele,” explica ele. “Muita gente da minha base de fãs provavelmente votou. Na época em que fiz o cypher, percebi que depois de tudo dito e feito, talvez eu deveria ter atacado somente ele. Isso está voltando para mim. Eu não me importo. Eu tô pouco me fudendo se foi isso que aconteceu e que prejudiquei minhas vendas. Eu não me importo com isso. Eu me preocupo com a mensagem que estou tentando transmitir.”

“Eu só estava assistindo isso todos os dias. Eu assisto muitos noticiários. A coisa que mais me irritou e que fez eu enlouquecer com a caneta foi a coisa do Kaepernick e quando essa merda aconteceu e como ele continuou mudando a narrativa. Porra, você… ugh. Eu não quero mais entrar nesse assunto do Trump.”

Na primeira parte da entrevista Eminem fala sobre as críticas do “Revival,” admite algumas falhas com os álbuns anteriores. Na segunda parte, Joe Budden, Slaughterhouse, Machine Gun Kelly. Na terceira, Jessie Reyez, Dr. Dre, injustiça social, Donald Trump, Tyler The Creator e na quarta e última parte ele fala sobre Joyner Lucas, Drake, compositores fantasmas, Grammys, D12 e sobre ser introvertido. Confira a entrevista completa abaixo (dividida em quatro partes).

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